Alagoinhas: Homem comete suicídio dentro da Delegacia da Mulher.


André Luiz Soares Diniz de 57 anos, cometeu suicídio dendro da Deam, mometo que a sua ex companheira estava sendo ouvida pela autoridade policial.

Na tarde de hoje André descumpriu uma medida protetiva, que exigia uma certa distância dele para com a ex companheira, uma vez que ele não aceitava a separação, e já havia agredido a ex gerando a medida.

André era funcionário da empresa Bio Sanear que presta serviço a prefeitura no recolhimento do lixo, e estava atualmente afastado de suas atividades, justamente por conta de sua mudança de comportamento.

Quando se aproximou da ex mulher, ela chamou a PM que conduziu o casal para a delegacia, onde ele foi colocado em uma cela, enquanto a delegada ouvia o depoimento da vítima.

Vale salientar que é procedimento normal, que as pessoas que são conduzidas à cela, ficam lá com pouca roupa, até por uma questão de segurança, tanto para o detido como para os agentes e demais funcionários que ali trabalham.

Na hora em que ele ia ser ouvido, a surpresa: André estva enforcado pela corda que aciona descarga do vaso sanitário.

Um policial Civil retirou André rapidamente da situação atípica e fez massagem torácica no intuito de reanimá-lo, mas ele ja havia entrado em óbito.

A Dra Rosilene Regis que responde pela Deam entrou em contato com a Coordenadora Dra Lélia comunicando o fato, providenciando ali, o levantamento cadavérico, juntamente com a perícia.

Salientamos que neste prédio existem duas celas, que os conduzidos em situação de flagrante ficam temporariamente custodiados. E caso tenham que permanecer presos, seguem para a delegacia tradicional.

As cordas que equipam as descargas destas celas, são fortes muito diferente das que estamos acostumados a ver em vasos domésticos. Esse é o terceiro caso de suicídio em Alagoinhas em um espaço de tempo de apenas 15 dias.

O corpo de Andre Luiz foi encaminhado ao IML.

A empresa Bio Sanear lamenta o fato ocorrido, e presta toda a assistência a família do falecido.

Prefeitura gera economia de R$ 34 mil com reaproveitamento de cadeiras, na reforma do Terminal Urbano.


As obras de requalificação do Terminal Urbano de Alagoinhas seguem a todo vapor e nesta semana a Secretaria Municipal de Serviços Públicos (SESEP) divulgou a economia de R$ 34 mil, na reposição dos assentos das plataformas de transbordo. Os antigos bancos de madeira foram substituídos por cadeiras de plástico do mesmo modelo utilizado no Estádio Antônio Carneiro (Carneirão). Os equipamentos que estavam inutilizados na arena esportiva foram reformados pela SESEP e passam a dar conforto à população, além de gerar economia aos cofres municipais.

De acordo com o secretário de serviços públicos, Harnoldo Azi, as cadeiras de plástico fazem parte de um excedente adquirido pela Prefeitura em 2008, para a reforma do Carneirão. “Essas cadeiras estavam em um depósito há nove anos, pois foram compradas para reformas do estádio, e ao apresentarem defeito, a empresa responsável fez a troca e deixou um total de 600 cadeiras defeituosas armazenadas lá”, explicou. “Como tínhamos a proposta de trocar os bancos antigos do Terminal, a SECET nos ofereceu, daí reformamos, pintamos e instalamos. Fizemos a cotação de preços, e cada cadeira custa R$ 137. Como utilizamos 247 cadeiras ao longo das plataformas, a recuperação desse material gerou quase R$ 34 mil, em economia”.

Além das 247 cadeiras recuperadas e instaladas no terminal, a Secretaria Municipal de Cultura, Esporte e Turismo (SECET) doará outras 453 cadeiras que estão armazenadas nos depósitos do Carneirão para que a SESEP realize a reforma e utilize os equipamentos na requalificação de outros espaços públicos, gerando economia total de R$ 82 mil para a Prefeitura.

Secretaria Municipal de Comunicação – SECOM

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Jardim Petrolar: Homem joga gatos de apenas um mês de vida por cima de muro, mulher o denuncia a Polícia.


 

Três gatos com idade aproximada em 30 dias de vida, foram arremessados de forma perversa e covarde, na Rua Olavo Bilac no Jardim Petrolar, fato que se deu por volta das 8:10 de hoje, segunda feira.Uma senhora que presenciou o ato cruel, socorreu os felinos e colocando-os numa caixa de papelão, levou a Fundação Anjo de 4 patas, para que fosse ali dado um atendimento de emergência.Os animais estavam bastante machucados, e com suspeita de fraturas.Indignada com o acontecido, ela procurou o tal “cidadão” de pré nome VALDIR comunicando que iria registrar um B.O na delegacia como assim o fez.Artigo 32 da lei de crimes ambientais prevê pena de detenção de três meses a um ano, e multa.Esse tal Valdir segundo a denunciante já é um senhor de idade, o qual deveria estar dando bons exemplos aos mais novos, e no entanto é um mero praticante do mau.Estamos acompanhando o caso, e assim que for marcado a audiência estaremos também presente na delegacia e iremos avisar através dos meios de comunicação.Se você conhece alguém que maltrata algum tipo de animal denuncie, não deixe que um ser indefeso seja judiado, interceda por ele, seja o seu “anjo da guarda”.Através do aplicativo whatsapp, a denunciante deixou algumas mensagens, em nosso celular.

‘Odonto Fantasy’ diz que camarote que desabou estava licenciado e vistoriado.


 

Após a queda de parte de um camarote, que deixou 26 pessoas feridas durante o show da cantora Ivete Sangalo, a organização da festa Odonto Fantasy, realizada em Aracaju (SE), afirmou, em nota divulgada nas redes sociais neste domingo (8), que a estrutura estava licenciada e vistoriada. “A área foi isolada imediatamente após o ocorrido para que fosse avaliada a extensão do dano. Após a avaliação do bombeiro civil, a área restante do camarote foi liberada e o evento continuou com a apresentação dos demais artistas sem qualquer intercorrência”, diz o comunicado. Ainda segundo a publicação, somente o resultado da perícia vai mostrar as reais causas do incidente. A organização disse, ainda, a equipe de bombeiros civis e do posto médico prestou os primeiros atendimentos no local e aqueles que precisaram de mais cuidados foram encaminhados a unidades de saúde. Apenas uma das vítimas continua internada. “Em primeiro lugar, queremos nos solidarizar com as pessoas que se machucaram; as que não estavam no exato local, mas ficaram assustadas e os familiares e amigos que ficaram preocupados quando souberam do ocorrido”, afirma a nota.

Feira: Dono de fábrica de suplementos alimentares é alvo de operação da PF.


 

A Polícia Federal, em conjunto com a Vigilância Sanitária e Ambiental do Estado (Divisa), deflagrou na manhã desta segunda-feira (9) a Operação Hedonikos, que tem como alvo um empresário de Feira de Santana que fabricava suplementos alimentares de forma clandestina, entre outros crimes. Os produtos eram distribuídos para todo o Nordeste. Estão sendo cumpridos cinco mandados de busca e apreensão nas cidades de Feira de Santana e Salvador, um mandado de prisão preventiva, três de condução coercitiva, além de seis de sequestros de bens e bloqueio de valores em contas bancárias. Todas as ordens judiciais foram expedidas pela 3ª Vara Federal de Feira de Santana.

 

 

De acordo com a PF, a investigação começou há cerca de três meses, para apurar fraudes praticadas pelo empresário contra a Caixa Econômica Federal, por meio da abertura de contas bancárias com documentos falsos e consequente obtenção de empréstimos fraudulentos. Verificou-se que o empresário conseguiu alterar seu nome após uma decisão judicial de reconhecimento de paternidade e começou a usar o seu nome antigo para cometer diversas fraudes: além da abertura de contas, ele constituiu empresas com nome, RG e CPF inativos, o que permitiu calote a bancos e inadimplência de tributos. Somente com a Caixa Econômica Federal, a dívida já passa de R$ 6,5 milhões. Durante as investigações, a PF descobriu também que diversas empresas montadas pelo investigado tiveram a utilização de “laranjas”, que atuavam na fabricação e comercialização clandestina de suplementos alimentares – os produtos eram fabricados sem qualquer autorização dos órgãos de vigilância sanitária competentes.

 

Os suplementos eram vendidos em sua rede própria de lojas, em Feira de Santana e Salvador, e em outras lojas do ramo em todo o Nordeste. Com os crimes, o empresário conseguiu formar um patrimônio significativo, com a compra de imóveis, veículos de alto padrão e uma lancha. Os bens não eram declarados às autoridades fazendárias, porque também estavam registrados em seu antigo nome ou em nome de terceiros.

 

 

Fonte:Bahia Noticias

Procuradores contrariam Lava Jato e pedem Okamotto absolvido.


 

Em parecer apresentado ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região, a Procuradoria da República da 4ª Região, no Rio Grande do Sul, discordou de recurso movido pela força-tarefa da Operação Lava Jato no Paraná e pediu que seja mantida a absolvição do presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto, por lavagem de dinheiro. Okamotto foi absolvido pelo juiz federal Sérgio Moro, em primeira instância, da acusação de ajudar o ex-presidente Lula a ocultar supostas propinas da OAS ao intermediar contrato para o armazenamento de bens do petista custeados pela empreiteira junto à Granero. Ao absolver Okamotto, Moro entendeu que não há ‘prova suficiente da materialidade’ para configurar o crime de lavagem de dinheiro. Na mesma sentença, Moro condenou Lula por corrupção passiva e lavagem de dinheiro de R$ 2,25 milhões por supostamente aceitar para si o triplex no Condomínio Solaris, no Guarujá, e suas respectivas reformas bancadas pela construtora como forma de propinas oriundas de contratos da Petrobrás. O juiz da Lava Jato entendeu que as próprias declarações do ex-presidente da construtora, Léo Pinheiro, que afirmou, em depoimento, que o pagamento tinha como objetivo o ‘estreitamento de laços’, ‘não bastaram para caracterizar corrupção, uma vez que não envolveu pagamento em decorrência do cargo presidencial ou de acertos envolvendo contratos públicos’. Os procuradores da Lava Jato em primeira instância, por meio de recurso ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região, pediram a condenação de Lula e Okamotto também pelo caso envolvendo os bens do ex-presidente. Eles afirmam que ‘resta evidente que o conteúdo do contrato celebrado não consistiu em erro, mas se apresenta como clara fraude contratual, na tentativa pelos denunciados de ocultarem e dissimularem a real propriedade dos bens armazenados e o financiamento de despesas atinentes ao ex-Presidente Lula e ao Instituto Lula pelo Grupo OAS’. A procuradoria quer que Paulo Okamotto, presidente do Instituto Lula, absolvido por Moro, seja condenado por lavagem de dinheiro no valor de R$ 1,3 milhão por intermediar a negociação envolvendo as ‘tralhas’ do petista. A Lava Jato entende que Okamotto, o ex-presidente da OAS Léo Pinheiro, e o ex-presidente Lula cometeram 61 crimes de lavagem de dinheiro somente pelo contrato entre a construtora e a Granero. Em segunda instância, o recurso passa pela análise da Procuradoria da República da 4ª Região, sediada no Rio Grande do Sul. Em parecer, os procuradores gaúchos dizem entender que ‘não se identifica com clareza o elemento dissimulação ou ocultação’. Os procuradores, no entanto, ponderam. “Bem provável que esses pagamentos tenham decorrido do relacionamento espúrio desenvolvido ao longo dos anos entre a empresa OAS e o ex-presidente Lula, o que conduziria à figura típica da corrupção, mas o que se discute neste tópico é o crime de lavagem”.

 

 

 

 

Fonte:Politica Livre