Dr. Rey visita Bolsonaro e diz que quer ser ministro da Saúde


Em breve fala com repórteres, ele disse que apoiou muito o presidente eleito e que é “da direita” como ele

O cirurgião plástico Dr. Rey, famoso por estrelar o reality show americano Dr. 90210, visitou o condomínio de Jair Bolsonaro (PSL) e afirmou que quer ser ministro da Saúde. Em breve fala com repórteres, ele disse que apoiou muito o presidente eleito e que é “da direita” como ele. “O Brasil está muito isolado economicamente, né? Seria legal ter como parte do governo uma pessoa que passou anos lá fora, que sempre foi embaixador do Brasil lá fora”, disse ele, antes de se encontrar com o capitão.

Foto: Reprodução/Twitter/frouvenat

“Quero trazer a saúde dos EUA pro Brasil. Precisamos de um país que fale inglês e não ‘ingrês'”, afirmou o médico.

Após tentar se reunir com Bolsonaro, Rey não comentou se acertou detalhes para compor o ministério. “Está nas mãos dele agora”, declarou. Dr. Rey chegou a ser pré-candidato à Presidência da República pelo PSC neste ano, mas anunciou a desistência em abril.

Metro1

 

Acontece na Câmara Municipal de Alagoinhas


Na sessão ordinária realizada na última quinta-feira (08), constaram no expediente e foram lidos: Projeto de Lei Complementar nº 007/2018, de autoria da mesa da Câmara Municipal, que altera parcialmente o anexo lll da Lei Complementar nº 092/2013, Projeto de Lei nº 048/2018, de autoria do vereador Ozeas Menezes, que considera de utilidade pública a Associação dos Trabalhadores em Defesa da Empregabilidade de Alagoinhas e Região (ATDEA), e o Projeto de Decreto Legislativo nº 006/2018, de autoria do vereador Anderson Baqueiro, que concede título de cidadão alagoinhense ao Sr. Lúcio Gomes Barros Pereira.

O Sr. Paulo Cézar do Nascimento Pinto, presidente da OAB em Alagoinhas, utilizou o espaço da tribuna popular para falar sobre a possibilidade de desativação da Vara Federal de Alagoinhas, mencionando um fato ocorrido na semana passada: “Foi divulgado um documento pelo Tribunal Regional Federal da Bahia onde consta, como uma das possiblidades, e aí nós achamos que corre sério risco dela vir a se concretizar, de se fechar a subseção judiciária da Justiça Federal em Alagoinhas.”

Esclareceu ainda que a Justiça Federal de Alagoinhas atende à 22 municípios, discorrendo sobre a importância do serviço social realizado no que se refere principalmente às questões relacionadas ao INSS e à Caixa Econômica: “Os benefícios sociais que às vezes as pessoas não conseguem administrativamente, eles são levados à Justiça Federal”.

Os parlamentares demonstraram apoio e durante os discursos, proferiram: “A Câmara de Vereadores não deixará de cumprir a sua responsabilidade constitucional em lutar pra que um crime não seja cometido com a população sobretudo a mais carente da nossa região”, João Henrique Paolilo. “Com o empenho, o apoio e a união da sociedade alagoinhense e da região com certeza esse processo será revertido”, Thor de Ninha.

A próxima sessão ordinária será transformada em Audiência Pública para apresentação da LOA – Lei Orçamentaria Anual, e acontecerá no dia 13 de novembro (terça-feira) às 15h.

Ascom – Câmara Municipal de Alagoinhas
Foto – Kekeu Barreto

Novembro Azul: ‘Diabetes é a doença do século XXI’, alerta diretora do Cedeba


O número de brasileiros diagnosticados com diabetes aumentou 61,8% entre 2006 e 2016, de acordo com dados do Ministério da Saúde. Atualmente, mais de 13 milhões de pessoas convivem com a doença no país. Com o objetivo de alertar a população sobre os riscos, é celebrado, em 14 de novembro, o Dia Mundial do Diabetes.

“Diabetes é a doença do século XXI, porque é a doença do desenvolvimento, do estresse, que leva o indivíduo a uma série de complicações, inclusive à doença cardiovascular. Eu acredito que a gente ainda precisa muito desse Novembro Azul para fazer com que as pessoas se conscientizem da necessidade de tratamento”, afirmou a diretora do Centro de Diabetes e Endocrinologia da Bahia (Cedeba), Reine Chaves.

Foto: Paulo Victor Nadal / Bahia Notícias

Em entrevista ao Bahia Notícias, a profissional pontuou a possibilidade de subnotificação dos casos da doença, principalmente com relação ao número de mortes. Dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) mostram que o Brasil registrou crescimento de 12% no número de óbitos por diabetes entre 2010 e 2016 (veja aqui). “Eu ainda acredito que esse dado seja subestimado. Muitas vezes o indivíduo morre de infarto, que é a principal causa de morte de diabéticos, e não é colocado no atestado de óbito que era diabético”, argumentou.

Reine falou também sobre os sinais e tratamentos do diabetes, além de consequências da doença, como o chamado pé diabético.

Qual a importância da campanha Novembro Azul para prevenção do diabetes?

A principal questão é que 50% das pessoas que têm diabetes não sabem e desconhecem os sinais dessa patologia. Existem dois tipos básicos de diabetes. O diabetes do tipo 2 vai muito lentamente se propagando, então o diagnóstico já é dado muitas vezes com complicações. É esse diabético do tipo 2 que, quando tem diagnóstico, já apresenta a doença há 10 anos. Ele descobre em uma cirurgia, em um infarto, ou quando começa a ter infecção micótica com frequência. Quando a gente realiza uma campanha de alerta, há esse trabalho de falar a necessidade que o indivíduo com mais de 40 anos tem de fazer uma glicemia, que essa necessidade aumenta na medida que tem pai ou mãe diabético, que está ganhando ou perdendo peso de forma rápida, urinando muito… Todos esses são alertas para o diagnóstico de diabetes e, se a gente começar a trabalhar para difundir essas informações, é possível detectar precocemente a doença e evitar complicações que poderiam surgir.

Quais são as principais diferenças entre os dois tipos de diabetes e quais pessoas podem ser acometidas por cada um?

A diabetes tipo 1 acontece no indivíduo jovem. Ele nasce com a predisposição genética e, em determinado momento, ele pode ter um surto viral, que provoca uma agressão ao pâncreas e causa um processo inflamatório imunológico. Existe uma destruição das células do pâncreas, e ele deixa de produzir insulina. O diabético tipo 1 depende de insulina para sobreviver. O diabético tipo 2 não depende. Ele tem insulina aumentada inclusive, só que ela não age adequadamente. O pâncreas dessa pessoa perde progressivamente a capacidade funcional e deixa de produzir insulina de forma adequada. Normalmente, com medicação oral, esse paciente pode viver bem. A insulina só é necessária em um estágio muito avançado da doença. O diabético tipo 1, como perde a capacidade rápido de produzir insulina pelo pâncreas, o diagnóstico é imediato. Os sinais são beber muita água, urinar muito, perder ou ganhar muito peso e, onde a pessoa urina, dá formiga. Já o diabetes tipo 2 pega o adulto. Como é de forma muito lenta e progressiva, é preciso ficar alerta para os sinais.

Além da obrigatoriedade ou não do uso de insulina, quais as diferenças entre os tratamentos dos dois tipos de diabetes?

O diabético tipo 1 precisa de insulina para sobreviver, então esse é o único tratamento. Existem várias insulinas. O SUS dispensa a insulina humana, que existe na forma NPH e regular, ou seja, de ação intermediária e rápida. Existem análogos de insulina, que são moléculas purificadas que tentam se adaptar à insulina produzida normalmente pelo pâncreas. Elas existem na forma ultrarápida, lenta e ultralenta. Para o tratamento do diabético tipo 2, temos uma gama de medicamentos orais que vão atuar na resistência à insulina, a partir de diferentes mecanismos. Todos esses tipos de insulinas existentes também podem ser usadas pelo diabético tipo 2 em estágio avançado, quando o pâncreas não tem mais capacidade de responder às drogas orais.

Quais são as principais consequências do diabetes quando não tratado?

As consequências imediatas são complicações micro e macrovasculares. Há complicação na retina – no fundo de olho -, complicações na circulação – nos pés, nas pernas – e complicações nos vasos do coração – a possibilidade de um infarto é muito grande. Há ainda outras complicações do diabetes que são menos comentadas, mas não deixam de ser importantes. Uma é a disfunção cognitiva e a demência. Hoje a gente sabe que o diabético tem duas vezes mais chance de desenvolver depressão e pessoas com depressão têm duas vezes mais chance de desenvolver declínio cognitivo e doença de Alzheimer. Existe uma relação entre depressão, ansiedade e demência. Temos ainda o que a gente chama de distresse diabético, que é o estresse ou a angústia que o indivíduo vive ao ter o diagnóstico do diabetes e não conseguir manter a rotina do tratamento. É necessário testar glicemia todo dia, alimentação regulada, fazer exercício todo dia… Há um ritual de vida muito grande, e isso pode levar ao distresse diabético.

Uma das consequências que se fala muito é o chamado pé diabético. Por que esse problema requer tanta atenção?

O pé diabético é uma condição que o indivíduo desenvolve quando começa a ter progressivamente comprometimento da microcirculação associada ao comprometimento dos nervos periféricos. O indivíduo, por exemplo, está com a circulação deficitária e tem uma picada no dedo, um corte no pé ou machuca a unha… A circulação não acontece, e as células de defesa não conseguem chegar no local da infecção porque o caminho delas está obstruído por um processo de arterosclerose. O indivíduo também perde a capacidade de sentir a lesão. As duas coisas juntas fazem com que ele desenvolva um ferimento que aumenta e pode promover uma gangrena, infecção e até necessidade de amputação.

Dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) mostram que o Brasil registrou crescimento de 12% no número de mortes por diabetes entre 2010 e 2016. A senhora acredita que isso está mais relacionado ao aumento de casos da doença ou à falta de tratamento?

Acho que ambas as coisas. Inclusive, não só o aumento do número de casos, mas o aumento de detecção, porque é uma luta nossa. Eu ainda acredito que esse dado seja subestimado. Muitas vezes o indivíduo morre de infarto, que é a principal causa de morte de diabéticos, e não é colocado no atestado de óbito que era diabético. Ainda existe uma subnotificação. Diabetes é a doença do século XXI, porque é a doença do desenvolvimento, do estresse, que leva o indivíduo a uma série de complicações, inclusive à doença cardiovascular. Eu acredito que a gente ainda precisa muito desse Novembro Azul para fazer com que as pessoas se conscientizem da necessidade de tratamento. A gente vem de uma transição epidemiológica. O paciente tinha uma doença epidemiológica, tratava e curava. Hoje é difícil para o paciente saber que tem uma doença crônica e que vai ter que conviver com aquilo a longo prazo.

O Cedeba é um dos centros de referência no país para tratamento de diabetes. Como funciona o trabalho na unidade?

O Cedeba vai fazer 25 anos em 2019. Foi um centro criado exatamente com o objetivo de tratar de forma humanizada e com qualidade o paciente diabético. Além desse perfil, ele desenvolveu um trabalho de assessoramento às unidades de atenção básica de saúde e às unidades terciárias para capacitação de profissionais e desenvolvimento de protocolos clínicos para orientação na abordagem de pacientes diabéticos. É também um centro formador de profissionais. Nós temos residência médica, com ensino e pesquisa na área do diabetes. O Cedeba hoje é um centro completo em torno de assistência, ensino e pesquisa. Há também programas de educação para pacientes, através de cartilhas, vídeos e aulas. Esse trabalho de educação tem ajudado na conscientização acerca da doença. Hoje nós estamos evoluindo para estabelecer a referência para retinopatia diabética, para o pé diabético e o aprimoramento para outras doenças endócrinas.

Bahia Notícias

Moro quer plano anticrime simples para rápida aprovação no Congresso


Juiz se reuniu com ministro Torquato Jardim para discutir transição

O juiz federal Sergio Moro se reuniu na tarde de hoje (8) com o ministro da Justiça, Torquato Jardim, para discutir a transição de governo. Em janeiro, Moro assumirá o superministério da Justiça e da Segurança Pública no governo de Jair Bolsonaro. O futuro ministro disse que a insatisfação popular com a segurança foi um recado dado pelas urnas e o momento do país pede a aprovação de medidas legislativas para “equacionar” o problema.

(Foto: reprodução/Agência Brasil)

“As eleições transmitiram um recado que há uma insatisfação grande da população com a segurança pública, que é um problema sério, difícil de ser tratado, e precisa ser equacionado. Em parte, equacionado por medidas executivas, independentemente de leis, mas é um momento propício para apresentação de um projeto legislativo”, afirmou.

Dez medidas

Moro acrescentou que parte das 10 medidas de combate à corrupção, apresentadas pelo Ministério Público, poderão ser resgatadas em um pacote legislativo que será submetido ao Congresso, mas outros pontos serão descartados. Ele não quis detalhar o que será levado adiante.

“Seria péssimo adiantar algumas dessas ideias sem que elas estivessem suficientemente amadurecidas. (…) A ideia é um plano forte, mas simples, para que seja aprovado em tempo breve no Congresso. [Um plano] anticorrupção e anticrime organizado. São as duas prioridades da próxima gestão”.

Perguntado sobre a superlotação dos presídios do país, Moro admitiu que é preciso criar vagas no setor, e defendeu um endurecimento para quem pratica crimes graves. “É inequívoco que existe, no sistema carcerário, muitas vezes, um tratamento leniente, a meu ver, para crimes praticados com extrema gravidade. Casos de homicídio qualificado, de pessoas que ficam poucos anos presos em regime fechado. Para esse tipo de crime, tem que haver um endurecimento”, acrescentou.

Agência Brasil

Anitta beija homens e mulheres em novo clipe e “derruba” a internet; assista


Clipe é da música “Não Perco meu Tempo”

A cantora Anitta lançou seu mais novo clipe nesta sexta-feira (09), da música “Não Perco meu Tempo”.

A artista surpreendeu os fãs ao beijar várias pessoas na boca durante o clipe, entre mulheres, homens e pessoas mais velhas.

Nas redes sociais, Anitta foi elogiada pela coragem de fazer o trabalho. “Anitta passou o rodo nesse clipe”, disse um seguidor. Outra demonstrou surpresa: “Chocada”. “Alô, é da Polícia? To ligando pra dizer q eu acabei de ser metralhada pela a Anitta”, brincou uma fã.

Alguns internautas, porém, levantaram a hipótese da pessoa que deu os beijos ser uma sósia da cantora, já que no final do vídeo as duas aparecem.

Veja o clipe:

Varela Notícias