Faustão ignora regra da Globo e faz homenagem a seu amigo Marcelo Rezende ao vivo


O apresentador Fausto Silva ignorou recomendação da Globo de não citar emissoras concorrentes nem personalidades de outros canais e fez uma extensa homenagem a seu amigo pessoal, Marcelo Rezende, que morreu no último sábado depois de uma luta árdua contra câncer de pâncreas e fígado.

“Rezende mostrava uma imagem agressiva, mas que no fundo não era nada daquilo. O Marcelo era uma figura doce, generosa… Além da grande tristeza, [a imagem que tínhamos] é que ele estava sofrendo muito. Essa coisa do câncer vai dilacerando a pessoa. Então, só nos resta aqui desejar as condolências à família. Até porque ele foi um cara que viveu e viveu intensamente”, disse Faustão.

“Eu o encontrei um tempo atrás e eu percebi que [ele, o Marcelo] estava se definhando e sofrendo. A gente tem que pensar muito mais na situação de quem está enfrentando esse problema do que no egoísmo de querer que a pessoa sobreviva de qualquer maneira”, completou, acrescentando que Rezende era “uma das estrelas da Record”.

Vagas de emprego Sine Bahia – Alagoinhas


Pintou vaga no Sine Bahia – Sac Shopping Laguna

 

  • Alpinista pintor letrista trabalhar acima de 50 metros de altura com experiência vaga urgente;

  • Pedreiro com experiência;

  • Confeiteiro com experiência;

  • Instalador de tv a cabo;

 

 

*Levar a carteira de trabalho*

Janot tinha pressa para tirar Temer e barrar Dodge, afirma procurador


 

O procurador da República Ângelo Goulart Villela, 36, afirma que Rodrigo Janot fez o acordo de delação com a JBS com o objetivo de derrubar o presidente Michel Temer e impedir a nomeação de Raquel Dodge para substituí-lo no comando da Procuradoria-Geral da República.

Ele contou que presenciou uma conversa em que Janot (a quem chama pelo primeiro nome, Rodrigo) afirmou: “A minha caneta pode não fazer meu sucessor, mas ainda tem tinta suficiente para que eu consiga vetar um nome”. “Ele tinha pressa e precisava derrubar o presidente”, diz. “O Rodrigo tinha certeza que derrubaria”, afirma.

Villela concedeu à Folha no sábado (16) sua primeira entrevista após deixar a prisão, no dia 1º de agosto, onde ficou por 76 dias sob suspeita de vazar à JBS informações do Ministério Público. “A desonra dói muito mais que o cárcere”, disse.

Alvo da Operação Patmos, de 18 de maio, ele foi denunciado por corrupção passiva, violação de sigilo funcional e obstrução de Justiça.

Em sua delação, Joesley Batista, a JBS, disse que Villela teria recebido uma “ajuda de custo” de R$ 50 mil por mês para vazar informações. Depois, porém, afirmou não saber se o dinheiro chegava ao procurador.

O advogado Willer Tomaz seria o intermediário. A Polícia Federal monitorou em maio um encontro de ambos com Francisco Assis e Silva, advogado e delator da empresa.

Villela integrava a força-tarefa da Operação Greenfield, que investiga um suposto esquema de uso irregular de recursos de fundos de pensão.

Na entrevista, ele nega ter recebido propina e diz que se aproximou da JBS para negociar uma delação. Relata sua amizade com Janot e afirma que o ex-procurador-geral chamava Dodge de “bruxa” em conversas reservadas.

Folha – Por que o sr. ficou esse tempo todo em silêncio?
Ângelo Goulart Villela – A prudência, diante de tudo que estava acontecendo comigo, o procedimento heterodoxo de apuração que eu estava sendo submetido pelo meu acusador, recomendava que ficasse quieto até que acabassem as flechas ou os bambus.

O sr. recebeu propina da JBS?
Jamais. Nunca estive com Joesley, com Wesley, nem por telefone. Com Francisco Assis e Silva [diretor jurídico do grupo] tive dois contatos. Nunca recebi valor nem promessa de vantagem. O meu interesse era de liderar um acordo da maior empresa que a gente estava investigando. Os dividendos que receberia seriam profissionais, de reconhecimento.

Qual a relação que o sr. tinha com o Janot?
De amizade íntima durante um tempo, frequentava a casa dele, tinha como grande amigo. Mas foi se enfraquecendo com o passar do tempo. A partir do rompimento dele com Eugênio Aragão [ex-procurador e ex-ministro da Justiça], fiquei distante porque nutro amizade e carinho enorme por ele [Aragão]. Eu nutria também pelo Rodrigo, mas me mantive distante. E aí eu vi que o Rodrigo mudou o tratamento comigo e com a minha família.

Qual foi a última vez que esteve na casa de Janot?
No final do ano passado. Era uma segunda-feira, o achei muito cansado, perguntei se estava bem de saúde, e ele disse que sim, mas que estava ansioso para terminar o mandato.

Janot declarou que vomitou quatro vezes ao saber de sua prisão.
Acho que é “media training” [treinamento para lidar com a imprensa], não só essa frase mas outras de efeito que ele anda falando. Não pretendo desqualificar o meu acusador, mas essa frase infeliz demonstra que ele quis mostrar um lado humano que no meu caso ele não teve.

No dia em que pede a minha prisão, ele me pediu um favor no TSE, numa questão de multas, algo que não tinha nada a ver com minhas atribuições. Na verdade, eu já estava grampeado, ele pede para uma pessoa me ligar em nome dele para agradecer “a força”. Então, não acredito que vomitou quatro vezes.

Na sua opinião, o que motivou o Janot na Operação Patmos?
Isso tem uma motivação bem clara. Janot interpretou que eu havia mudado de lado também para apoiar a Raquel Dodge, a principal e mais importante adversária política dele.

No Encontro Nacional de Procuradores da República, em outubro do ano passado, início de novembro, o Janot soltou uma frase que me chamou a atenção. Estavam eu e mais alguns colegas, poucos, e ele falou: “A minha caneta pode não fazer meu sucessor, mas ainda tem tinta suficiente para que eu consiga vetar um nome”. E ele falava de Raquel, todo mundo sabia.

E qual a relação disso com a JBS?
A JBS abriu duas frentes de colaboração, uma mais tímida, comigo e Willer. Depois, eles batem na porta do Anselmo Lopes [procurador que atua na Greenfield] para uma reunião com a PGR e conseguem. Isso tudo em fevereiro. O áudio da gravação do Temer foi em 7 de março e do Aécio Neves, no fim do mês.

O que me chamou a atenção são os personagens ocultos dessa história, o que vem sendo revelado agora. Uma advogada [Fernanda Tórtima], um ex-colega [Marcelo Miller] e um modus operandi idêntico ao de outras delações. Cito os casos de Nestor Cerveró, Sérgio Machado e Delcídio do Amaral. Todos eles com vazamentos antes das homologações.

O Rodrigo quis usar uma flecha para obter duas vitórias. A gente sabia que Raquel seria a pessoa indicada. Eu fui tachado por Rodrigo como se tivesse me bandeado para o lado dela. Esse era um alvo da flecha. O outro era que, derrubando o presidente, e até o nome da operação era nesse sentido –Patmos, prenúncio do apocalipse–, ele impediria que Temer indicasse Raquel. Não tenho dúvida alguma que houve motivação para me atingir porque, assim, ele [Janot] lança uma cortina de fumaça, para mascarar essa celeridade de como foi conduzida, celebrada e homologada uma delação tão complexa, em tempo recorde.

Ele tinha pressa e precisava derrubar o presidente. Ele tinha mais cinco meses de mandato, e faz, então, um acordo extremamente vantajoso ao Joesley, de imunidade, diante de um material que levaria à queda do presidente. Essa pressa, para ficar mascarada, vem com um discurso de que a atuação imparcial de que estava cortando da própria carne. Ele me coloca ali como bode expiatório e me rifa. Nem quis me ouvir. Fui preso com base em declarações contraditórias de dois delatores, em uma pseudoação controlada.

Na sua opinião, foi uma questão política, então?
Considero que Rodrigo, valendo-se da informação que estava no Congresso no sentido de que a indicação de Raquel era dada como certa, viu na JBS a oportunidade de ouro para, em curto espaço de tempo, derrubar o presidente da República e assim evitar que sua principal desafeta política viesse a ocupar a sua cadeira.

Não quero aqui entrar no mérito das acusações, mas apenas destacar que a motivação de Rodrigo, neste caso, conforme cada vez mais vem sendo relevado, foi eminentemente política. O Rodrigo tinha certeza que derrubaria o presidente.

Qual outro elemento o sr. tem para sustentar a sua versão?
A divergência política entre o grupo do Rodrigo e o da Raquel é fato público e notório. Não é apenas uma opinião.

Isso se demonstrava como no dia a dia?
Nós tínhamos um grupo de Telegram que se chamava “Gabinete PGR”, com poucas pessoas, alguns assessores. Rodrigo falava pouco. E vez ou outra alguém tecia comentário sobre a Raquel. Tudo no campo político. Mas o Rodrigo se referia à Raquel com uma alcunha depreciativa para demonstrar que estavam em lados totalmente opostos na política interna.

Que alcunha?
Bruxa. Está no meu celular, que foi apreendido.

É possível esperar que Raquel Dodge diminua o ritmo da Lava Jato?
Não. Qualquer um que entrasse não teria como mudar a Lava Jato. O que se espera é que continue apurando, mas com responsabilidade e profissionalismo, evitando vazamento seletivos, evitando assassinato de reputações. Hoje, prende-se para investigar. O ônus da prova é do investigado, eu que tenho que demonstrar que sou inocente.

Janot diz, em relação ao sr., que há ‘prováveis desvios no exercício da função e utilização desta para fins espúrios’.
O Rodrigo, durante todo esse momento, não se preocupou com os esclarecimentos dos fatos. Fiquei 76 dias preso e até agora não fui ouvido na ação penal e na de improbidade. O Rodrigo só se preocupou com o que era conveniente para manter a versão dele, que hoje os fatos revelam ser meras fantasias. Fui uma pessoa útil. Seja porque ele se sentiu traído, seja porque seria importante ele demonstrar que estava sendo imparcial.

A PGR usa como elemento para lhe atribuir os crimes uma reunião que o sr. teve no escritório de Willer Tomaz com a presença de Francisco Assis e Silva (JBS). Por que o sr. foi a essa reunião?
O Willer pediu um almoço para me apresentar a um advogado do caso da Greenfield. Perguntei se não poderia ser na PGR e ele disse que havia receio. Tivemos uma conversa rápida, fui apresentado como procurador que estava entrando na força-tarefa da Greenfield e poderia ajudar.

O Francisco falou da relação que tinha com o Anselmo Lopes [procurador que investigava a JBS na Greenfield], mas que ele era muito difícil de convencimento. Eu disse que precisava me inteirar. Ele me perguntou: “Caso a gente opte pela delação, que tipo de benefício vocês poderiam me oferecer?” Eu respondi que não tinha como tratar disso, primeiro porque eu não sabia o que ele tinha a oferecer de informações, e segundo que isso tinha de ser levado para a força-tarefa para essa avaliação.

Depois vem um jantar que o sr. vai na casa do Willer com a presença do Francisco [esse encontro foi monitorado pela PF].
Só tive dois encontros com o Francisco. Em fevereiro e em maio, na pseudoação controlada. Nesse meio, aconteceram coisas que são verdadeiras, mas que foram contadas de forma fantasiosa na delação da JBS. O primeiro, sobre a reunião informal com o Anselmo, o ex-sócio da Eldorado, Mário Celso [adversário de Joesley Batista], o filho dele e eu. Era uma conversa técnica, eu já estava formalmente na Greenfield.

Peguei meu gravador [celular] e liguei para que pudesse ouvir e entender. No final da reunião, surpreendentemente, o Anselmo passa a adotar um comportamento mais duro, pressionando para delação. O Mário Celso tinha sofrido a segunda fase da Greenfield e os bens estavam todos bloqueados. Num dado momento, o Anselmo fala: “Quanto você quer que eu desbloqueie do seu dinheiro para você falar e fazer a colaboração?” E o Mário negava. Dizia que era Joesley que tinha que delatar. Anselmo ofereceu desbloquear uma fazenda. Fiquei surpreso com essa atitude mais ríspida.

O sr. passou essa gravação para o advogado da JBS, o que a PGR entende como tentativa de obstrução de Justiça e vazamento de dados.
Não foi isso. Não gravei com o intuito de favorecer a JBS. Resolvi utilizar a gravação como elemento de pressão para a JBS fazer a colaboração. O que eu estava dizendo é que o cliente dele [a JBS] poderia passar de candidato a delator a delatado. Eu perguntei ao Anselmo por que ele não jogou a pressão igual na JBS, afinal era muito mais interessante do ponto de vista investigativo do que o Mário Celso.

Mas não foi antiético ter mandado esse áudio para um advogado de um suposto inimigo de Mário Celso?
Não. Até porque se nós começarmos a colocar uma lupa do padrão de conduta do Ministério Público, e da polícia como um todo, para obter colaboração premiada, nós temos de ter a seguinte ideia em mente: você está negociando com pessoas que cometeram crime. É um trabalho de negociação, de pressão, blefe e estratégia.

O sr. já viu coisas parecidas com essa?
Já e já soube de coisas muito piores. Aliás, os fatos que estamos vendo atualmente no noticiário já até extrapolam o tipo de padrão que era do meu conhecimento. Não quero generalizar o MPF, mas estou falando da cúpula da PGR.

Mas por que que o sr. foi ao jantar na casa do Willer?
Eu tinha o interesse profissional em capitanear essa colaboração e comecei a sentir que estavam me cozinhando. Foi quando ele [Willer] me pediu o jantar. Achei que estava em início de tratativa de colaboração. O Francisco agiu como provocador na tentativa de conseguir coisas comprometedoras minhas para a delação que negociavam em paralelo.

O sr. chegou a conhecer o ex-procurador Marcelo Miller, pivô da crise da delação da JBS?
Sim, claro. Era uma das cabeças mais pensantes, responsável pela negociação de delações, sobretudo na parte internacional. Foi na gestão do Rodrigo que a gente deu um salto muito importante na técnica de “follow the money”, de seguir o dinheiro. O Rodrigo tinha no Miller um verdadeiro escudeiro. Tanto é que o Miller era enviado para as missões em nome da PGR, o que demonstrava uma relação de confiança plena.

O sr. acha que é possível que Janot não soubesse da participação dele a favor da JBS?
Há duas hipóteses. A primeira, que o Rodrigo tivesse conhecimento, talvez não tão profundo, da participação de Miller com os delatores. A segunda seria que Rodrigo não soubesse de nada, teria sido ludibriado.

Mas não quero crer que o PGR fosse uma rainha da Inglaterra na condução dessa investigação. É evidente que ele tem assessores de extrema confiança e esperava que eles fizessem o “report”. Não acredito que o Miller teria feito tudo isso sem conhecimento, ainda que parcial, de pelo menos algum membro da equipe de Rodrigo.

Qual a diferença que o sr. vê do seu caso com o do Miller?
Não quero fazer juízo de valor, mas são casos totalmente diferentes. No meu, não há sugestão de captação de voz nem direcionamento de delação nem orientação de o que fazer. Tampouco tive proximidade com delatores.

A delação da JBS deve ser anulada, na sua opinião?
Sinceramente, não me preocupo se haverá anulação ou não das provas. E digo isso por uma razão simples: não cometi crime algum. Logo, não há prova [contra ele] porque não existiu crime. Fui tachado de corrupto, de ter recebido R$ 50 mil, de ser alguém que tentava obstruir à Justiça e vazar documentos. Foram na minha casa e não encontraram nada. Meu patrimônio é compatível com a renda familiar e vivo no limite do razoável.

O sr. pretende fazer uma delação premiada?
Isso seria impossível. Por um único motivo: não cometi crimes nem tenho acesso a quem tenha cometido. Passei 76 dias preso, sem ser ouvido, se eu tivesse que delatar, já estaria delatando há muito tempo.

*Qual foi o pior momentos dos 76 dias na prisão
Foram muitos [começa a chorar]. O primeiro dia, talvez. Porque eu não sabia de nada que estava acontecendo, nem a dimensão. E vi meu nome misturado com corrupção. A desonra dói muito mais que o cárcere.

O sr. pretende volta ao Ministério Público?
Pretendo voltar pela porta da frente, só admito voltar por essa porta. Hoje há um desapontamento com algumas pessoas que lá estão e vão continuar quando eu voltar. Pessoas que você tinha como irmãos viraram as costas sem saber da minha versão.

 

FONTE : FOLHA DE SÃO PAULO

Com presença de Temer, Raquel Dodge toma posse na PGR


Cerimônia foi antecipada para garantir a condução do presidente da República, que empossará a substituta de Janot antes viajar para os Estados Unidos.

Nomeada procuradora-geral da República, Raquel Dodge toma posse nesta segunda-feira, às 8h. Ela substitui Rodrigo Janot, que deixa o cargo após quatro anos na chefia do Ministério Público Federal (MPF). Inicialmente, a posse estava prevista para às 10h30, mas o horário foi alterado para garantir a presença do presidente da República, Michel Temer (PMDB), na cerimônia.

Segundo a Procuradoria-Geral da República (PGR), Temer presidirá a posse da nova procuradora. A cerimônia acontecerá na sede da PGR, em Brasília. Raquel Dodge foi indicada para o cargo pelo presidente Michel Temer a partir da eleição interna da Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR), que deu origem à lista tríplice enviada ao presidente para subsidiar sua escolha.

 

FONTE : VEJA

Aécio não consegue se eleger para ‘cargo’ na escola da filha


A relação entre Aécio Neves e João Doria, que estava abalada, foi reestabelecida. Amigos em comum fizeram a ponte para o entendimento.

A influência de Aécio fora dos bastidores políticos, porém, anda desgastada. O tucano tentou ser o padrinho da sala de sua filha numa escola bilíngue de Brasília. Perdeu a votação.

No início do ano letivo, os pais elegem um pai colaborador, responsável por aproximar as famílias da escola. Todos são
convidados a votar em um representante por turma. A mensalidade na escolinha gira na casa dos 4 000 reais.

FOTE : VEJA

Ocorrências do final de semana


Sexta Feira dia 15

Homem perdeu moto no ponto do Beiju

Segundo informações da vitima, vinha sentido Alagoinhas, em sua moto uma Honda Biz branca (a placa não foi informada), momento que foi surpreendido por dois elementos que também estavam de moto.  O carona armado de pistola anunciou o delito, sendo subtraído  a sua motocicleta.  Ainda segundo a vitima os bandidos retornaram sentido Catu.  Fato se deu por volta das 18:30

Dupla de bicicleta assalta na margem da linha

A vitima contou ao agente de plantão que foi surpreendido por dois moleques, os quais estavam de bicicleta, onde um deles sacou de um revolver anunciando o delito, e ainda dizendo que se a vitima reagisse que morreria ali mesmo. Foi entregue um celular.

Celular sumiu de dentro de bolsa na Unirb

Uma aluna prestou queixa contando que sua bolsa havia desaparecido de dentro da sala de aula.  Que foi informada que a mesma estaria na sala de objetos achados e perdidos.  Lá realmente encontrou a bolsa, porém faltava o aparelho celular.

Homem foi detido empurrando carro roubado

A PM deteve um elemento ESBF residente na rua  15 de Novembro por volta das 20:30 momento em que ele empurrava um carro que acabara de ser roubado, conforme queixa prestada, fato se deu na central de abastecimento.   Na delegacia o elemento ficou custodiado e foi arbitrada fiança de um salário mínimo.

Sábado dia 16

Mulher é acusada de ter furtado objetos de uma residência

Um senhor esteve na delegacia prestando queixa, contando que na noite de sábado para domingo ouviu um barulho estanho na sua residência,  mas que por conta da chuva achou que poderia ter sido um gato.  Pela manha notou que haviam furtado  três baldes plásticos, gêneros alimentícios diversos, e material de limpeza.  Que segundo o vizinho, as câmeras de segurança dele registraram uma mulher grávida saindo do imóvel levando esse material. Fato aconteceu de sábado para domingo, no Jardim Petrolar.

Entre Rios: Senhor de 62 anos foi assassinado

A PM tomou conhecimento de que na localidade de Beira Rio Conjunto Capadócia, um homem de nome Luiz dos Santos mais conhecido como Luiz da carroça, teria sido alvejado por três disparos de arma de fogo, sendo socorrido a princípio ao hospital de Entre Rios e devido a gravidade dos ferimentos, seguiu a sua peregrinação para Alagoinhas no HRDB.  Aqui infelizmente não resistiu indo a óbito.  A Polícia Civil de lá, no caso a equipe do Dr Augusto Saldanha ira investigar o fato.

Domingo dia 17

Homem acusa seguranças de agressão

Prestou queixa na delegacia um rapaz, contando que havia acabado de sair de uma casa de shows no binário, onde foi abordado por dois seguranças os quais acusaram a vitima de ter tirado fotos de uma mulher casada, e que por conta disso, eles queriam o seu aparelho celular para apagar as referidas fotos.  Que um dos seguranças desferiu um soco na vitima tomando o aparelho, e efetuou um disparo de arma de fogo para o alto. Fato será investigado pela Polícia Civil. A queixa foi registrada as 2:00 horas da madrugada de sábado.

Jovem foi baleado no rosto no bairro do Miguel Velho

Prestou queixa na delegacia a senhora CBDS a qual informou que estava em casa, quando foi comunicada que o seu filho JBDS tinha sido alvejado por disparo de arma de fogo, momento em que se encontrava em um barzinho.  Que socorrido ao HRDB, foi direto para o centro cirúrgico, não sabendo informar mais detalhes.  Fato se deu por volta das 2:30 madrugada de domingo.

Mais um motorista foi assaltado na região

Destra vez a vitima contou que pernoitava em seu veículo um Mercedes Benz no posto Jaguar as margens da Br 116 sentido Serrinha, quando foi acordado bruscamente com dois elementos armados na cabine.  Imobilizado, seguiram sentido Alagoinhas, e na entrada do distrito de Boa União entraram onde numa estada vicinal com plantações de eucalipto onde pararam, e outros elementos se juntaram aos demais.

Levaram 11 pneus completos do veículo, além de celular e dinheiro.  Que por volta das 5:30 ouviu quando os meliantes foram embora a bordo de uma pick’up, pois reconheceu o carro pelo barulho do motor.

Rio Real Lorêto, os bandidos não dão trégua

Um motorista de caminhão contou na delegacia, que conduzia o seu veículo sentido Aracaju Salvador, e ao passar neste trecho, foi surpreendido na pista por um elemento armado de escopeta em plena luz do dia, pois eram cerca de 10:30 da manhã, quando teve de parar entregando ao fora da lei, um celular e a quantia de R$ 132,00 reais.

Que observou um pouco mais a frente a cena se repetindo por diversas vezes.

Casal foi detido embriagado na rua do Catu

Foi apresentado pela PM na delegacia a pessoa de EDJS o qual estava na posse do veículo Fiat pálio branco placa OVC 5226, onde na abordagem não se comportou como cidadão de bem, desacatando os militares assim como também a sua companheira que estava no mesmo veículo.  Ele foi conduzido ao posto da PRF, onde no teste do bafômetro deu positivo, ficando assim custodiado.  Um salário mínimo foi arbitrado como fiança. O apresentado reside na Vila de São Pedro, a mulher foi liberada.