Com Lula à frente das pesquisas, Alckmin é peso para eleições na Bahia


A onda vermelha do PT tem uma força na Bahia e isso é inegável. Basta observar os dados relacionados a avaliações do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O operário que virou presidente é uma figura forte no imaginário dos baianos, principalmente do interior, onde é considerado uma referência na luta para diminuir a desigualdade social. No levantamento da última semana, realizado pelo Instituto Paraná Pesquisas, Lula aparece com 48,9% das intenções de voto na Bahia, muito à frente do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, provável aposta do PSDB para as eleições de 2018. PT e PSDB polarizam as eleições para o Palácio do Planalto desde 1994. São dois extremos: enquanto Lula é um nome forte, com potencial para transferir votos, Alckmin é um nome a ser construído. É uma das situações que o prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), deve ponderar antes de deixar ou não o Palácio Thomé de Souza para ser candidato ao governo no próximo ano. Lula, ainda que seja impedido de ser candidato, é um puxador de votos nato, o que facilitaria a vida para a reeleição do governador Rui Costa. Mesmo que o PT venha a ter um desempenho decrescente no comparativo com outras eleições, tanto Lula quanto Rui não aparentam seguir o mesmo caminho. Lula segue estável nas pesquisas de opinião na Bahia e Rui cresceu entre os dois últimos levantamentos disponíveis. Já Alckmin, até então candidato mais facilmente associado à candidatura de ACM Neto, possui desempenho bem abaixo do recomendado para um candidato à presidência da República. Se do lado de Rui Lula conseguiria transferir capital político para o candidato, do lado de ACM Neto ele que teria a necessidade de tornar a candidatura do governador de São Paulo competitiva, tornando-o mais um peso do que um reforço num processo eleitoral que promete ser desgastante. Entre as nuances das eleições de 2018 para a Bahia, o fator nacional não é algo a ser descartado. E na disputa entre Lula e Alckmin, Rui sai com vantagem na corrida com ACM Neto. Este texto integra o comentário desta segunda-feira (4) para a RBN Digital, veiculado às 7h e às 14h, e para as rádios Irecê Líder FM e Clube FM.

Feira: Quatro jovens são presos com armas escondidas debaixo de banco de carro


Quatro jovens, com idades entre 21 e 26 anos, foram presos em Feira de Santana, com armas escondidas em um veículo. Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP-BA), os suspeitos foram abordados em um patrulhamento de rotina. Conforme o G1, policiais militares pararam um carro na altura da Rua Aeroline Espanha, no bairro George Américo. Na revista ao veículo, os policiais acharam três armas na parte de baixo de um dos bancos do carro. Além das armas, os policiais encontraram placas de carro, celulares e R$ 500 em espécie. Daniel Carvalho dos Santos, 24 anos, Iago Santiago de Jesus, 21, Róbson Lima Lopes, 26, e Samir Rodrigues de Santana, 24, foram presos em flagrante e encaminhados, junto com o material, para a Delegacia Territorial de Feira de Santana. Ainda não há detalhes de qual seria o destino das placas de carro ou se elas pertenciam a algum veículo roubado. O fato ocorreu no sábado (2).

Jacob Barata Filho e Lélis Teixeira deixam prisão no Rio


Dono e sócio de empresas de ônibus, Jacob Barata Filho e o ex-presidente da Federação das Empresas de Transportes de Passageiros do Estado do Rio (Fetranspor), Lélis Teixeira, deixaram a Cadeia Pública José Frederico Marques, em Benfica, na zona norte do Rio de Janeiro. O alvará de soltura foi recebido no fim da noite e por volta das 23h ambos deixaram a prisão, confirmou hoje (3) a Secretaria de Administração Penitenciária. Os investigados foram beneficiados por decisão do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), na sexta-feira (1). A defesa de Barata elogiou a decisão do Supremo e afirmou que a determinação do ministro “comprova que o STF é o guardião maior das garantias individuais”. Esta é a terceira vez que Gilmar manda soltar Barata. Em agosto, o ministro deu habeas corpus para o empresário, conhecido como “Rei do Ônibus”, derrubando decisões do juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Criminal Federal do Rio e responsável pela 1ª instância da Lava Jato. Gilmar Mendes considerou que as ordens de prisão preventiva confrontavam habeas corpus que já havia sido deferido anteriormente, por ele mesmo, ao empresário. “Tenho que a decisão do juízo de origem sugere o propósito de contornar a decisão do STF. Dado o contexto, é viável conceder ordem de ofício, suspendendo a execução de ambos os decretos de prisão em desfavor do paciente. Tenho que o contexto impõe a desconstituição da decisão que decretou a nova prisão preventiva. Ante o exposto, revogo a prisão preventiva decretada”, escreveu o ministro em sua decisão sobre Barata, praticamente repetindo o argumento na decisão sobre Lélis. Barata e Lelis foram presos no dia 14 de novembro, na Operação Cadeia Velha, desdobramento da Lava Jato, que investiga o pagamento de propinas pelas empresas de transporte a políticos. Os dois foram levados para a Cadeia Pública José Frederico Marques, onde também estão o ex-governador Sérgio Cabral e o presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), Jorge Picciani, além de outros políticos e assessores do grupo político do PMDB fluminense.

Ações sobre Lula terão sentença até 2018


Embora um dos principais obstáculos para disputar as eleições presidenciais do próximo ano seja uma possível condenação em segunda instância no processo do tríplex do Guarujá, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ainda enfrentará outras batalhas jurídicas até outubro de 2018. O Estado apurou que o petista será sentenciado, até as eleições, nas quatro ações penais sob tutela dos juízes Vallisney de Souza Oliveira e Ricardo Leite, respectivamente titular e substituto da 10ª Vara Federal em Brasília, especializada em lavagem de dinheiro e onde tramitam os processos relacionados às operações Lava Jato e Zelotes. As sentenças, com condenação ou absolvição, não têm o poder de inviabilizar a candidatura do petista mas podem dificultar ainda mais a campanha de Lula para tentar voltar ao Palácio do Planalto. A primeira sentença em um caso envolvendo Lula na Justiça em Brasília pode sair ainda em 2017, e as outras três devem ser pronunciadas entre março e agosto. O processo mais avançado é o de obstrução de Justiça no caso derivado da delação do ex-senador Delcídio do Amaral (sem partido-MS) na Lava Jato. Conclusa para a sentença, a ação penal é conduzida pelo juiz substituto Ricardo Leite e deve ser decidida ainda este ano. Em setembro, o Ministério Público Federal (MPF) pediu a absolvição de Lula e do banqueiro André Esteves no caso. No entendimento do procurador Ivan Marx, ao contrário do que afirmou Delcídio, “o pretendido silêncio” do ex-diretor de Internacional da Petrobrás Nestor Cerveró, à época em prisão preventiva, “não foi encomendado ou interessava a Lula, mas sim ao próprio senador”. “No entanto, (Delcídio) atribuiu falsamente a Lula a ordem para a prática do crime, e falsamente à família Bumlai (ligada a Lula) o pagamento da quarta e quinta entregas de valores para comprar o silêncio de Cerveró. Assim agindo, escondeu do Ministério Público Federal sua real função de chefe no esquema referido, angariando benefícios que não receberia se a verdade prevalecesse”, sustentou o MPF ao pedir a absolvição do ex-presidente. Também relacionado à Lava Jato, o processo da operação Janus é o segundo da lista de mais adiantados. As audiências devem ser realizadas em fevereiro, já que em janeiro há dificuldade no comparecimento de testemunhas. Nesse cenário, a sentença é esperada para os meses de abril ou maio. Lula responde, nesse processo, por corrupção, lavagem de dinheiro, organização criminosa e tráfico de influência por supostamente ter recebido valores da Odebrecht por meio de uma empresa do sobrinho de sua ex-mulher, Taiguara Rodrigues. Segundo o MPF, “as práticas criminosas ocorreram entre, pelo menos, 2008 e 2015 e envolveram a atuação de Lula junto ao BNDES e outros órgãos sediados em Brasília com o propósito de garantir a liberação de financiamentos pelo banco público para a realização de obras de engenharia em Angola”.

Defesa de André Vargas pede mensagens entre delegado da Lava Jato e contadora de Youssef


Advogados de alvos da Operação Lava Jato pediram ao juiz federal Sérgio Moro para ter acesso à íntegra das mensagens, e-mails e depoimentos entre a contadora de Alberto Youssef e o ex-integrante da força-tarefa da Operação Lava Jato Márcio Anselmo. Defensores reagiram nesta sexta-feira, 1, às declarações de Meire Pozza que disse ao magistrado ter firmado um acordo informal com investigadores e que foi orientada pelo ex-integrante da força-tarefa a não firmar delação premiada com o Ministério Público Federal. Responsáveis pela defesa de André Vargas pediram ‘todo o conteúdo de e-mails e mensagens trocadas com os agentes públicos responsáveis pelas investigações da Operação Lava Jato’ referentes à ação penal em que o ex-deputado é réu por lavagem de dinheiro, ao lado da contadora. Já os advogados de Marcelo Simões pediram acesso a todos os depoimentos da contadora à PF. “Ocorre, Excelência, que a relação da cidadã Meire Pozza com o digno Delegado Federal Márcio Anselmo está esmiuçada com riqueza de detalhes poucas vezes vistas por este Advogado no interrogatório que acaba de ser prestado pela cidadã”. Ré por lavagem de dinheiro, ela entregou supostas mensagens em que Anselmo prometeu acertar sua ‘imunidade’ no âmbito das investigações em torno dos escândalos da Petrobrás. “Embora não tenha sido assinado, tínhamos um acordo 100% válido. Simples. Eu colaboraria como colaborei em todas e quaisquer ações e eles não me denunciariam. Era um acordo firmado, moral, enfim. E que foi cumprido por parte deles em 2014, 2015, 2016, e só foi quebrado esse acordo agora em 2017”, afirmou. Segundo Meire, o delegado ainda interferiu em sua defesa. “Ele preferia que eu fosse uma testemunha e não uma ré colaboradora. Ali foi feito nosso acordo. Eu seria testemunha. E tanto que eles cumpriram a parte deles. Que eu não seria denunciada. Não teria problema. Eu estive 3 vezes no MP”. “Pelo menos até a 15ª fase da operação, a minha colaboração foi 100% efetiva. Quando entram as empreiteiras por exemplo, talvez tenha sido até a 14ª ou 15ª fases da Lava Jato. Fui parabenizada junto com a força-tarefa, trocamos mensagens, fui chamada para o churrasco do sucesso de um ano da Lava Jato. Depois, prestei mais de 100 depoimentos”. Meire disse ter sofrido risco de vida após uma orientação do delegado Márcio Anselmo. Segundo a contadora, o então integrante da força-tarefa da Lava Jato a orientou a não aceitar segurança oferecida pelo Ministério Público Federal. “Márcio disse: ‘recusa que você não vai ter vida mais. Você já saiu na capa da veja que não vai mais acontecer. “Infelizmente não foi verdade, porque incendiaram meu escritório”, disse, aos prantos. Ainda emocionada, ela diz que nunca deixou de colaborar e que recebia promessas do delegado. “‘Fica tranquila, tá sossegado, ninguém vai te sacanear’, ele diz pra mim. Se um dia alguém te denunciar, eu vou pedir seu perdão judicial”.

Temer traça estratégias para 2018 em reunião com Maia e aliados


O presidente Michel Temer começou a traçar neste domingo, 3, a estratégia política para unir o chamado “centro” nas eleições de 2018. Em almoço com ministros e dirigentes de partidos aliados, no Palácio da Alvorada, Temer iniciou as negociações para organizar a candidatura à sua sucessão e disse que apoiará quem estiver disposto a defender o seu “legado”. Até agora, líderes da coalizão governista trabalham com duas possibilidades: o respaldo à possível candidatura do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles (PSD), ou do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), ao Palácio do Planalto. Há também os que defendem uma campanha de Temer à reeleição, dependendo do cenário. Alckmin seria o preferido, mas, ao que tudo indica, o aval ao nome dele dependerá muito mais de suas atitudes daqui para a frente. O governo não quer que tucanos saiam da equipe como se fossem adversários de Temer e exige o apoio do PSDB à reforma da Previdência. “Nós fizemos uma avaliação do quadro político com o objetivo de começar a definir os caminhos para 2018”, afirmou ao Estado o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Moreira Franco, que participou da conversa no Alvorada, onde também estava o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). “Se ontem o diálogo foi de silenciosos, hoje foi uma conversa de quem domina a língua portuguesa”, completou o ministro, em uma referência à frase usada por ele, no dia anterior, para definir a falta de prosa entre Temer e Alckmin. Na avaliação de Moreira, embora os partidos da coalizão já estejam se articulando para formar uma ampla frente em 2018, que vá além da “massa parlamentar” para garantir estabilidade ao governo, o momento ainda não é de ungir o candidato. “A aliança para o ano que vem vai se dar em termos de compromissos e metas a serem alcançados do ponto de vista social, do ambiente de negócios e do esforço de equilíbrio fiscal para que haja cada vez mais investimentos e geração de empregos”, argumentou o ministro. “Temos consciência de que, embora a situação econômica tenha melhorado muito, ainda precisa se consolidar.” O PMDB avalia se lançará candidatura própria ou apoiará algum concorrente da base aliada. “A ideia é construirmos um compromisso conjunto com esses pressupostos da estabilidade”, insistiu Moreira. É nesse páreo que aparecem, por enquanto, Meirelles e Alckmin. Um protagonista muito importante – que pode atuar tanto como fiador quanto candidato em alguma chapa governista ao Planalto – é Rodrigo Maia. Nos bastidores, Maia tem feito movimentos na direção de Meirelles.

Ex-assessor pede que PGR pague por extratos usados contra os Vieira Lima


A defesa de Job Ribeiro, ex-assessor parlamentar do deputado federal Lúcio Vieira Lima (PMDB), estuda pedir à Procuradoria-Geral da República (PGR) que pague as taxas da impressão dos extratos de movimentações bancárias anteriores a 2012.

Segundo a coluna Painel, da Folha de S. Paulo, o caso será alvo de inquérito e Job se comprometeu a entregar mais provas de que devolvia a maior parte do salário à família Vieira Lima.

Porto Seguro: Travesti de 17 anos é encontrada morta perto da orla


Uma travesti, de 17 anos, foi encontrada morta em uma estrada perto da orla de Porto Seguro, na Costa do Descobrimento, na madrugada deste domingo (3). Segundo a Polícia, a vítima tinha marca de tiro no rosto. Bruna Figueiredo, como era identificada, atuava como garota de programa na orla da cidade. Conforme o Radar 64, a vítima foi encontrada por volta das 4h, na Avenida do Trabalhador. Uma ambulância do Samu foi enviada ao local, mas a vítima já estava sem vida. Ainda segundo o site, familiares da vítima, que era natural da cidade de Nanuque, disseram que ela estava há poucos dias na cidade baiana. A autoria e a motivação do crime ainda são desconhecidas.

Dançarina anunciou aposentadoria minutos antes de morrer: ‘Parece que sabia’


Minutos antes de falecer, a dançarina Alessandra Andrade, de 43 anos, revelou a amigos e familiares que o show que havia acabado de participar tinha sido seu último na vida. Alessandra se apresentou com um grupo, logo após o show do baiano Léo Santana, em São Vicente, no litoral de São Paulo, no sábado (2). Segundo informações do G1 SP, ela veio a óbito após sofrer dois acidentes em menos de cinco minutos. No primeiro, ela pilotava uma moto quando foi atingida por um veículo que não parou para prestar socorro na Rodovia Anchieta. Em seguida, quando recebia atendimento, um novo carro passou sem reparar na sinalização e acabou atropelando a dançarina. “Ela estava sempre sorrindo, animada e bem arrumada. No dia do acidente era o oposto. Estava desarrumada, cabisbaixa e cansada”, relatou Taio Messias, dançarina e amiga de Alessandra, ao portal. De acordo com a publicação, a vítima estava rodeada de amigos que acompanhavam a apresentação. “Ela falou: ‘esse é o meu último show, não subo mais no palco. Estou cansada, velha e não tenho mais idade pra isso’, parece que sabia que ia morrer”, completou a amiga. Além de se apresentar, Alessandra dava aulas de dança no SESI Santos.

Conquista: Casas são demolidas e moradores passam mal em ação de reintegração de posse


Uma ação de reintegração de posse provocou demolição de casas e barracas na manhã desta segunda-feira (4). A ação ocorre em um loteamento na localidade da Serra do Piripiri. Segundo o Blog do Anderson, balas de borracha e bombas de efeito moral foram lançadas na direção dos manifestantes quando eles tentavam interditar o anel rodoviário da cidade em protesto contra a retirada das famílias. Alguns moradores passaram mal, entre eles uma criança que precisou ser levada a uma unidade de saúde. Ainda segundo o site, a operação cumpre um mandado da Vara da Fazenda Pública da Comarca de Vitória da Conquista a pedido da prefeitura municipal e do Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA).  O ato começou por volta das 5 horas.

Atendimento no Hospital da Chapada é iniciado com cirurgias


O Hospital Regional da Chapada (HRC), recém-inaugurado pelo governador Rui Costa, iniciou o atendimento à população da região neste domingo (3). A previsão é que neste primeiro dia sejam realizadas 30 cirurgias eletivas, que envolvem os procedimentos de retirada de hérnia inguinal, umbilical e epigástrica, histerectomia (retirada do útero) e colecistectomia por videolaparoscopia (remoção da vesícula por vídeo).Pacientes de Seabra e mais 12 municípios da Chapada Diamantina tiveram a oportunidade de agendar o atendimento durante o Mutirão de Cirurgias, que começou no início da semana passada. Entre eles, a lavradora Fabíola Rocha, 46 anos, estava há cerca de dois anos na fila de espera para realizar a retirada da vesícula.Com a cirurgia, realizada neste domingo, a lavradora vai se livrar das fortes dores que sentia. “Eu tinha que viajar mais de 300 quilômetros para buscar atendimento em Irecê, e agora recebemos esse presente que é o Hospital Regional da Chapada”. A Bahia é o único estado do país a oferecer este procedimento – a colecistectomia por videolaparoscopia – durante um mutirão de cirurgias.Segundo o diretor-médico do HRC, Luiz Carlos Brasileiro, todas as cirurgias agendadas durante o mutirão devem ser feitas entre 10 e 15 dias. “Iniciamos o atendimento com os procedimentos eletivos, já que existe uma grande demanda, até então, reprimida. Além disso, já estamos abertos para urgência e emergência e politraumas”, esclarece.