IDESBA E AJE fecham parceria para fortalecimento do primeiro emprego e aceleração empresarial de jovens talentos


“Extremamente positiva!”, essa foi a avaliação do presidente de honra do Instituto de Desenvolvimento Social da Bahia , IDESBA, Victor Boris, que na manhã desta quinta-feira, se encontrou com o presidente da Associação de Jovens Empreendedores (AJE) – Bahia, Patrick Pitton, para tratar do programa Juventude Conectada.
“Discutimos assuntos como inovações para a qualificação profissional, fortalecimento do primeiro emprego e aceleração empresarial para o desenvolvimento econômico de jovens empreendedores através do programa Jovem Empreender, iniciativa do IDESBA que ganha força com a parceria firmada com a AJE”, explicou Victor Boris.
O programa Juventude Conectada é uma plataforma que tem a intenção de facilitar a inserção dos jovens no mercado de trabalho, oferecendo qualificação profissional à distância, encaminhamento para vagas de emprego e ainda assessoria especializada para jovens empreendedores que encontram dificuldade na abertura de negócios e startups.
“Alguns ajustes estão sendo finalizados para o lançamento da plataforma. Acreditamos que vamos conseguir ajudar a muito jovem baiano talentoso que só precisa, às vezes, de um empurrãozinho para fazer sucesso”, finalizou o presidente.
Na foto: Victor Boris ( IDESBA) e Patrick Pitton ( AJE-BAHIA)

  Helane Aragão
Assessora de Comunicação
Jornalista DRT- BA 3697
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IBDAH abre Processo Seletivo para o setor: PATRIMÔNIO (Cadastro reserva)


IBDAH abre Processo Seletivo para o setor: PATRIMÔNIO (Cadastro reserva)

 

O Instituto Brasileiro de Desenvolvimento da Administração Hospitalar – IBDAH informa que, no período de 10 a 15 de novembro de 2017, estará aberto Processo Seletivo para cadastro reserva de Encarregado de Patrimônio do IBDAH.

O Processo constará de etapas de avaliação de conhecimentos e habilidades específicas ao cargo, de caráter eliminatório e classificatório.

Requisitos para o cargo: Encarregado de Patrimônio

  • · Nível Superior Completo (Desejável)
  • · 02 anos de experiência na área

Os interessados devem se cadastrar aqui acessando o link abaixo:

http://www.ibdah.org.br/?page_id=27 Obs.: Enviar currículo em WORD e PDF

Globo afasta William Waack após vídeo revelar caso de racismo


A Globo decidiu afastar o apresentador William Waack do Jornal da Globo por conta do vídeo que começou a circular na internet nesta quarta-feira (8) e que revela falas racistas (clique aqui e veja o vídeo). Em nota, emissora aponta que o afastamento vai durar “até que a situação esteja esclarecida”. A decisão foi motivada por imagens gravadas nos Estados Unidos no ano passado. Nelas, o apresentador aparece, irritado, dizendo que o barulho exagerado de buzinas é “coisa de preto”. Nas imagens, Waack está ao lado de Paulo Sotero, diretor do Brazil Institute, antes de uma entrevista num estúdio em frente à Casa Branca. “Durante a cobertura das eleições americanas do ano passado, alguém na rua dispara a buzina e, Waack, contrariado, faz comentários, ao que tudo indica, de cunho racista. Waack afirma não se lembrar do que disse, já que o áudio não tem clareza, mas pede sinceras desculpas àqueles que se sentiram ultrajados pela situação”, relata o comunicado da Globo. No texto, a emissora ressalta que Waack é um dos mais respeitados profissionais brasileiros e que a partir desta quinta-feira (9) vai iniciar conversas com ele “para decidir como se desenrolarão os próximos passos”.

Conquista: polícia acredita que R$ 417 apreendidos com ciganos são de agiotagem


A polícia acredita que os R$ 417 mil apreendidos nas casas de seis ciganos na cidade de Vitória da Conquista são resultado de prática de agiotagem. De acordo com informações do G1, o delegado Cléber Rocha aponta que a suspeita foi levantada após os ciganos dizerem que eram comerciantes e emprestavam dinheiro, mas não revelarem os juros das negociações. A apreensão ocorreu no dia 3 de novembro. Do montante total, R$ 397 mil foram encontrados em cheques e R$ 20 mil em espécie. Ainda segundo o G1, os seis ciganos envolvidos no conflito foram conduzidos para o Distrito Integrado de Segurança Pública (Disep), mas foram liberados após prestarem depoimento.

MPF denuncia Guido Mantega e outros 13 investigados na Operação Zelotes


O Ministério Público Federal no Distrito Federal informou nesta quarta-feira (8) que denunciou o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega (Governo Dilma), o ex-presidente do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), o ‘Tribunal da Receita’, Otacílio Cartaxo e outros 12 investigados na Operação Zelotes. Os denunciados vão responder pelos crimes de corrupção, advocacia administrativa tributária e lavagem de dinheiro. As informações foram divulgadas pela Procuradoria da República, no Distrito Federal. A denúncia refere-se ao julgamento do Processo Administrativo Fiscal nº 19515.001226/2004-98, no qual se discutia a licitude de autuação tributária imposta ao Grupo Comercial de Cimento Penha, no valor de R$ 57.711.663,111. As investigações apontaram que houve manipulação da composição e funcionamento do Conselho Superior de Recursos Fiscais, órgão do Carf, para favorecimento indevido ao grupo comercial e auferimento de vantagens ilícitas dos denunciados. Segundo a Procuradoria, a Receita havia autuado a empresa Cimentos Penha, do empresário Victor Sandri, por remeter US$ 46.500.000,00 a instituições financeiras sediadas nos paraísos fiscais das Bahamas e do Uruguai, por meio da utilização de contas bancárias vinculadas a brasileiros que nunca residiram nesses países, chamadas de contas CC5. Por não conseguir comprovar a origem dos valores, o Fisco constituiu crédito tributário no valor de R$ 57.711.663,11. Mesmo assim, a empresa recorreu ao CARF em 2007. Na primeira instância, conhecida como Câmara Baixa, foi negado provimento ao recurso em 2008. Houve entendimento de cinco conselheiros de que havia legalidade na autuação fiscal. A partir dessa decisão, houve uma articulação criminosa para assegurar êxito da empresa Cimento Penha nas instâncias superiores, comandada pelo conselheiro José Ricardo da Silva. Em recurso apresentado à Câmara Superior, em 2010, já com escritório de advocacia representante dos interesses do grupo criminoso, foi utilizado como justificativa um acórdão que tratava de circunstância diversa. O recurso era manifestamente inepto, mas foi admitido pelo então presidente da 1ª Câmara da 1ª Seção do CARF, Francisco de Sales Ribeiro de Queiroz. O êxito da organização criminosa dependia da indicação de nomes para posições estratégicas no CARF. As nomeações de Francisco Sales e Jorge Celso, por exemplo, estão nesse contexto. Segundo a denúncia, o então presidente do CARF, Otacílio Cartaxo, e Guido Mantega patrocinaram direta e indiretamente, interesse privado perante a administração fazendária, ao respaldarem os nomes indicados pela organização criminosa. A denúncia traz como provas intensa troca de e-mails entre os integrantes do esquema com linguagem cifrada sobre a indicação dos nomes para ocuparem os cargos estratégicos do Conselho. Ainda, houve manipulação na distribuição de processo, feito manualmente àépoca pela presidência, sem qualquer controle de auditoria. O fato foi descrito por Paulo Cortez em colaboração premiada. O processo administrativo fiscal tramitou em todas as instâncias do CARF e o referido crédito foi exonerado no julgamento do recurso especial no Conselho Superior de Recursos Fiscais. Conforme a denúncia, todos os acertos feitos entre o conselheiro José Ricardo e o empresário Victor Sandri, dono da empresa Cimento Penha, foram concretizados.