Fique por dentro do Brasil, em tempo real!

 Ir para o conteúdo | Ir para rodapé

Fique por dentro do Brasil, em tempo real!

Fique por dentro do Brasil, em tempo real!

Distrito Federal registra avanço econômico após série de medidas de alívio fiscal

Entre 2019 e 2025, o Governo do Distrito Federal colocou em prática o mais amplo conjunto de medidas de redução e reorganização tributária já adotado na capital do país. A estratégia incluiu isenções, diminuição de alíquotas, programas de renegociação de débitos e modernização do sistema fiscal, criando um ambiente mais favorável para empresas, empreendedores e investidores.

O tema foi destacado pelo governador Ibaneis Rocha durante encontro com lideranças do setor produtivo, representantes do mercado imobiliário, da construção civil e do Banco de Brasília (BRB). Na ocasião, ele reforçou que o papel do Estado é criar condições para que o setor privado cresça, gere empregos e movimente a economia local.

Ambiente mais favorável aos negócios

Ao longo dos últimos anos, o DF passou por uma reestruturação fiscal que beneficiou diferentes segmentos da economia, desde grandes indústrias até pequenos comerciantes e startups. Programas como o Emprega DF passaram a oferecer redução ou compensação de ICMS para empresas que investem em inovação e ampliam seus quadros de funcionários.

Além disso, sucessivas edições do Refis DF permitiram que milhares de contribuintes regularizassem débitos tributários com descontos expressivos em juros e multas, trazendo alívio financeiro e incentivando a formalização.

Durante o período mais crítico da pandemia, o governo lançou medidas emergenciais que adiaram e reduziram impostos como ICMS, ISS e taxas públicas, garantindo a sobrevivência de setores fortemente afetados, como bares, restaurantes, academias e o turismo.

Apoio aos pequenos empreendedores

Micro e pequenos negócios também estiveram no centro da política de desoneração. Feirantes, permissionários de quiosques e comerciantes de rua foram beneficiados com perdão de taxas e redução significativa nos valores cobrados pelo uso de áreas públicas. Em média, os custos diminuíram entre 20% e 30%, aliviando o caixa de quem empreende em menor escala.

Para os setores industrial e logístico, os incentivos foram ampliados por meio do Pró-DF II, permitindo diferimento e redução de ICMS na compra de máquinas, equipamentos e insumos.

Construção civil e mercado imobiliário em destaque

Um dos setores mais impactados pelas mudanças foi o da construção civil. O governo autorizou o recolhimento diferido de ICMS sobre materiais e promoveu uma alteração histórica no ITBI, reduzindo de forma definitiva a alíquota do imposto: agora, imóveis novos pagam 1% e usados, 2%, após anos com taxa fixada em 3%.

Segundo o governador, essa medida trouxe mais previsibilidade ao mercado imobiliário e ajudou a destravar investimentos represados.

Menos burocracia, mais agilidade

Além da redução de impostos, a melhoria do ambiente econômico também passou pela eliminação de entraves históricos. Processos de licenciamento e aprovação de projetos, que antes levavam anos, passaram a ser analisados em prazos menores, oferecendo mais segurança jurídica aos empreendedores.

Avanços como a atualização das normas de uso do solo, novos planos diretores, investimentos em infraestrutura viária e a abertura de áreas para desenvolvimento habitacional contribuíram diretamente para a retomada do crescimento.

Modernização e inovação fiscal

O DF também avançou na digitalização do sistema tributário, com a implantação do ISS Online, que simplificou o recolhimento do imposto e aumentou a transparência. Outra novidade foi a criação da Lei de Negociação Direta, que permite acordos individualizados entre contribuintes e o governo, com redução de encargos e condições facilitadas de pagamento.

Startups e empresas de tecnologia passaram a contar com incentivos específicos, como redução de ISS, fortalecendo o ecossistema de inovação e a economia criativa.

Compromisso até o fim do mandato

Mesmo diante de um cenário econômico nacional desafiador, o governador reforçou que a política de estímulo ao setor produtivo seguirá como prioridade até o final da gestão. O objetivo, segundo ele, é manter a confiança do empresariado, estimular novos investimentos e garantir a geração de emprego e renda no Distrito Federal.

Representantes do setor imobiliário, da construção civil, do sistema financeiro e empresários participaram do encontro, destacando o impacto positivo das medidas no desenvolvimento econômico da capital.