Duas novas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) estão em construção nas regiões do Guará e de Águas Claras, no Distrito Federal. Cada unidade terá 65 leitos e faz parte do plano de expansão da rede pública de saúde. A iniciativa busca aumentar a capacidade de atendimento e reduzir a pressão sobre os hospitais da capital.
As obras são coordenadas pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). No Guará, aproximadamente 90% da estrutura predial já foi concluída. Atualmente, as equipes trabalham nas etapas de alvenaria, instalação das redes hidráulicas e elétricas, além da concretagem dos pisos.
Na unidade de Águas Claras, cerca de 80% da obra está finalizada. Os trabalhos no local também incluem instalações técnicas e acabamento estrutural.
Mais acesso e menos deslocamento
Quando entrarem em funcionamento, as novas UPAs devem facilitar o acesso da população ao atendimento de urgência, principalmente para moradores das regiões próximas. A expectativa é que a ampliação da rede reduza a necessidade de deslocamento para hospitais mais distantes.
Além disso, as unidades devem ajudar a reorganizar o fluxo de pacientes no sistema público de saúde, já que muitos casos de urgência podem ser resolvidos diretamente nas UPAs, evitando a superlotação hospitalar.
Estrutura moderna
As novas unidades serão equipadas com sistemas de climatização, geradores de energia e usinas fotovoltaicas, que ajudam a garantir o funcionamento contínuo dos serviços e também contribuem para reduzir o consumo de energia elétrica.
A localização das unidades também foi definida para facilitar o acesso da população. No caso da UPA de Águas Claras, a estrutura ficará próxima a pontos de transporte coletivo, incluindo uma estação de metrô a menos de 700 metros de distância.
Expansão da rede de saúde
Atualmente, o Distrito Federal conta com 13 UPAs em funcionamento. Outras sete unidades estão em construção, todas com capacidade semelhante de atendimento.
Cada UPA terá 33 leitos para adultos e 32 pediátricos, ampliando o acesso da população aos serviços de urgência e emergência e ajudando a reduzir a demanda nos hospitais públicos.
A expectativa é que, com a entrega das novas unidades, o atendimento à população se torne mais rápido, acessível e eficiente.



